Sexta-feira, Abril 30, 2004
Lendo tantos blogs, inclusive o meu, às vezes me vem a questão do que é real nos relatos, do que é fantasia, do que é imaginação. Também penso no quanto é difícil narrar em algumas linhas, em meio à correria do dia-a-dia, coisas que já estão na nossa memória, coisas que aconteceram sob um prisma de sentimentos difíceis de se explicar.
Todos os meus posts são reais. Meus sentimentos são reais, Constance é real. Contudo, sinto que esses meus relatos são incompletos. Colocar aquí sentimentos e vontades tão íntimas é um ato de coragem, mesmo que estejamos protegidos por pseudônimos. Às vezes, barreiras são erguidas, outras vezes elas são derrubadas. Hoje estou em um dia de derrubar barreiras, de revelar realmente toda a minha intimidade.
Eu sempre deixei muito à vontade todas as mulheres com que mantive um relacionamento estável. E um dos motivos pra isso é que eu sou capaz de contar para elas tudo o que já experimentei no sexo e o que ainda quero experimentar.
Lembro-me até hoje como Constance ficou chocada quando lhe contei algumas coisas de meu relacionamento sexual com minha ex-mulher. Mas foi graças a essa minha exposição de intimidade que ela se sentiu segura de também me revelar as suas fantasias. Lembro-me que fiquei, depois, arrependido de ter lhe revelado algumas coisas; achei que ela poderia se assustar comigo, pensar coisas erradas. Ainda bem que nada disso aconteceu.
Mas vamos derrubar barreiras agora...
Minha ex-mulher era muito safada, tanto quanto Constance. E de vez em quando, meio que do nada, me surpreendia com alguma novidade que acabava sendo incorporada muitas vezes ao nosso cardápio de prazeres.
Ainda me lembro do dia em que ela me pediu pra mijar sobre ela. Estávamos no quarto, numa de nossas tardes voltadas para o prazer. Eu arregalei meus olhos. Já havia visto isso em filmes pornôs, mas nunca imaginei que um dia poderia vir a fazer do mijo artigo de um jogo erótico, ainda mais com a minha esposa. Fomos então ao banheiro e eu mijei, com alguma dificuldade, sobre seus seios, sobre seu corpo todo. Ela parecia se deliciar com aquilo. Ficava de olhos fechados, sentindo o calor do meu mijo. Já eu, fiquei tão excitado com essa situação, que a comi alí mesmo, no banheiro, sobre a privada.
Depois disso, virava e mexia eu mijava sobre ela e ela fazia o mesmo sobre mim. Teve um dia, porém, que algo mais louco e excitante aconteceu. Estávamos transando muito gostoso, ela por cima de mim, quando um gozo diferente irrompeu de dentro dela. Enquanto ela gemia de prazer, saia um líquido muito parecido com a urina, se é que não era mesmo. Fiquei extasiado com aquilo. Ela gozou e "mijou" ao mesmo tempo em um orgasmo muito intenso, muito mesmo.
Até hoje não sei se aquele líquido era mijo mesmo ou algum fluido novo que estávamos descobrindo (será que alguém sabe me dizer?). Só sei que foi muito bom, pena que nunca mais se repetiu...
Uma outra coisa que ela me iniciou foi na chamada "massagem da próstata", que consistia de ela enfiar um ou dois dedos seus no meu ânus enquanto me chupava. Eu adorava isso... Obviamente, no início, bateu em mim uma repulsa por esse meu prazer, associando-o a uma tendência homossexual. Hoje, estou mais relaxado e considero meu ânus apenas mais uma zona erógena que eu tenho à minha disposição.
Contudo, nenhuma dessas duas práticas faz a cabeça de Constance. Acho que ela as considera muito sujas, hehe... Eu, por outro lado, não sinto falta delas, o que até é bom, pois deixo-as como boas lembranças de meu casamento.
Vou nessa, pro trabalho. Beijos e abraços.
O primeiro anal de Constance:
Fui o primeiro homem que comeu o cuzinho de Constance. Me orgulho muito disso, pois sei o quanto ela era relutante a essa variante sexual tão gostosa, mas também tão cheia de medos e tabus. O sexo anal é, para mim, um complemento incrível na sacanagem, mas não propriamente é meu maior meio de prazer. Um boquete bem feito e uma buceta molhada ganham a minha preferência... Inclusive, alguns dos melhores gozos que tive foram com uma antiga namorada minha, que adorava que eu gozasse na sua boca e engolia meu esperma até a última gota. Era muito bom aquilo...
O que eu gosto no sexo anal é, antes do prazer, o fato de estar comendo uma zona erógena que se associa ao "errado", ao "depravado", ao "pervertido". E também gosto de fazer a mulher, assim, se sentir mais "puta", mais "safada". Isso faz um bem danado pra uma relação...
Mas, só gosto dele quando a mulher também gosta. Se não for assim, prefiro não fazer.
Aliás, fico até pensando. Constance não gosta de anal (diz que não sente muito prazer), não deixa que eu goze na sua boca (disso eu sinto falta...), mas eu, diante de todo o sentimento que tenho por ela, a considero a minha melhor transa, a mulher mais gostosa que eu já tive. Nós temos uma sintonia incrível na cama. E muito dessa sintonia devemos à intimidade que adquirimos um com o outro e ao sentimento.
Mas, voltando à primeira vez dela:
Aconteceu numa semana em que Constance estava com muito fogo, muito mesmo. A ponto de me ligar e nós dois, no final da conversa, gozarmos só das sacanagens que falávamos, das coisas que fantasiávamos. Assim era também no MSN. Cansei de no trabalho ficar algum tempo sem poder me levantar, por estar de pau duro, hehe... Ela estava com a corda toda e me confidenciava coisas muito íntimas, que queria transar com uma mulher, que queria fazer swing e que queria fazer anal pela primeira vez.
Quanto mais safada ela ficava, mais eu adorava ela. E é assim até hoje, ainda bem.
Marcamos então uma noite romântica no apê dela. Levei frutas, Prosseco... Ela criou uma atmosfera muito aconchegante, com várias velas espalhadas pelo quarto. Depois de uma primeira transa "normal", ela me perguntou se eu queria comer o seu cuzinho. E antes da resposta, se virou de bruços, mostrando aquele seu orifício tão bonitinho (sim, acho o dela realmente lindo).
Eu então bezuntei meu pau com saliva, passei na sua buceta molhada pra dar uma melhorada na lubrificação, passei os dedos, a língua, fiz de tudo naquela bundinha linda até deixa-la bem relaxada, querendo mais do que nunca me dar... E só depois enfiei meu pau devagarinho naquele cuzinho até então virgem. Meu pau entrou fácil, mas ela sentiu dor e incômodo. Tirei e a virei de frente. Meu pau então deu uma leve murchada que foi providencial pra, na nova posição, eu enfim a penetrar com menos dor. Mas, mesmo assim, a dor ainda existia, e, com a fricção, aumentou. Resolvemos voltar ao sexo tradicional então, e ficamos lá, transando gostoso, com nossos corpos grudados, suados... Eu já estava achando que o sexo anal tinha acabado, que teríamos que deixar pra outro dia uma continuação para ele. Obviamente, não estava frustrado nem nada, pois sei que essas coisas levam tempo.
Mas foi aí que Constance me surpreendeu e me falou, de um jeito que só ela sabe falar, no pé do meu ouvido, essas palavras que eu transcrevo aqui a partir de minha memória:
- Sabe o que eu quero que você faça agora? Que goze dentro de mim, no meu cuzinho.
Eu fiquei louco com isso. Aquele mulher que eu adorava estava entregue ao prazer, à sacanagem, a tudo que nós podíamos proporcionar um ao outro... Ela, tomada de tesão, me deixou, por longos minutos, fazer do seu até então virgem cuzinho, o que eu quisesse. E eu gozei feito um louco. Gritei.
Pensando bem, agora com a memória fresca, esse gozo foi tão bom que eu até revejo o que escrevi no primeiro parágrafo sobre minhas preferências, risos...
Agora vou dormir... Ainda bem que o fim de semana está chegando e nós, eu e Constance, poderemos matar o tesão e a saudade. Se bem que essas coisas não se matam, se aliviam. Beijos e abraços pra todos.
Quarta-feira, Abril 28, 2004
Muito obrigado por todos os comentário que tenho recebido. Fico muito contente em saber que vocês apreciam esse meu espaço!
Hoje, teclando com a Cheia de Vontade, me veio uma questão: será que podemos logar no MSN com duas contas diferentes, ao mesmo tempo? Isso seria muito bom para mim, pois teria uma conta exclusiva para a galera blogueira e outra em separado para meus amigos e para a Constance, podendo logar ambas ao mesmo tempo. Pois então... descobri um meio disso acontecer! É só usar o MSN Messenger 6.1 (disponível pra download no site do MSN) pra uma conta e o Windows Messenger 4.7 (programa que vem junto com o Windows) para a outra, pois dá pra rodar os dois programas ao mesmo tempo!! Viva!!!
Então, a todos que me adicionaram a suas listas do Messenger, peço que me adicionem novamente com o e-mail dan_intimidade@hotmail.com
Abraços e beijos!
Conheci Constance 1 semana após ela separar-se de seu marido, com quem manteve 2 anos e meio de casamento e 4 de namoro. Passados agora 4 meses que nossas vidas se encontraram, já posso afirmar, com um misto de orgulho e pesar, que consegui conquistá-la, mas não por inteiro. Estamos vivendo momentos diferentes. Ela, parece-me, está querendo voltar-se para si mesma. Já eu, ao contrário, quero voltar-me para os seus beijos, esquecendo-me um pouco, como se seu corpo fosse uma pequena vila de pescadores no sul da Bahia, onde eu possa viver alguns momentos de paz.
Estamos agora em um período de muitas dúvidas. Não sabemos ao certo o que será de nossos sentimentos. Ela me adora, eu lhe adoro, mas percebemos que isso pode não bastar. Porém, seja qual for nosso destino, saio fortalecido dessa minha paixão, cheio de novos e importantes ensinamentos.
Outro dia, enquanto nos beijávamos cheios de tesão, em meio a cogitações de terminarmos com tudo, Constance me fez uma proposta muito interessante e, por que não, excitante: se, por contingências dessa vida, viermos a nos separar, somente nos casaríamos com alguém que conseguisse superar o que nós dois temos em nossa intimidade: um desejo incontrolável, um sexo delicioso, uma coisa realmente especial. E, se isso não acontecesse, abandonaríamos aqueles com quem estivéssemos e nos juntaríamos em definitivo, como que desistindo de uma busca impossível.
Eu fiquei muito sensibilizado com essa proposta dela, contudo, não levo-a a sério pois sei que posso ter um sexo tão gostoso, íntimo e especial com outras mulheres. Já Constance, só agora está descobrindo a importância vital que o sexo tem na união de um casal. Ela, até me conhecer, parecia-me que colocava o sexo como algo importante, mas não vital. Somente isso pode explicar ela ter mantido um relacionamento estável durante mais de 6 anos com um homem que não a satisfazia sexualmente.
Diferente do Jô Soares, que vira e mexe discorre sobre esse tema, para mim existem sim pessoas boas de cama e outras ruins de cama. Sexo é química, é sintonia, é sentimento, mas de nada adianta isso tudo quando o homem goza rápido demais sem se preocupar com o prazer da mulher, quando o homem não gosta de uma boa sacanagem, quando o homem não é criativo e não deixa as fantasias mais íntimas de ambos darem vazão e serem realizadas.
Constance é uma mulher de verdade, cheia de vida, se descobrindo a cada dia. É uma mulher que no último mês de seu casamento cogitava fortemente a hipótese de arranjar um amante. É uma mulher que não estava sozinha nessa situação, pois igual a ela há zilhões de outras, insatisfeitas com o sexo que têm em seus relacionamentos.
Igualmente, há muitos e muitos homens insatisfeitos sexualmente, tendo casos ou saindo com GPs enquanto casados ou noivos. Contudo, a diferença que eu percebo é que o homem, mesmo quando o sexo dentro de um casamento é bom, procura dar vazão a desejos e fantasias íntimas com outra pessoa, e não com a sua companheira. Homem é mais propenso à trair do que a mulher, pois tem necessidades e carências diferentes da dela e, muitos, não aceitam tão bem uma esposa liberada na cama, com uma sexualidade à flor da pele macia e gostosa que só o sexo feminino tem.
Isso é triste...
Desde que eu entrei na vida de Constance, modifiquei por completo os seus parâmetros sobre o sexo, sobre o prazer a dois. Ela se descobriu mais mulher e mais livre, pois encaramos o sexo como um ato libertário, como um coquetel molotov revolucionário de íntimos atentados contra o status-quo de uma sociedade ainda tão dogmática e machista.
Sexo é liberdade. E, pra quem se pergunta o porque do pseudônimo Constance pra minha querida companheira, leiam O Amante de Lady Chartelly, livro igualmente libertário e revolucionário.
E pra vocês, desejo que sempre promovam pequenas e íntimas revoluções. Abraços e beijos.
Terça-feira, Abril 27, 2004
Criei um e-mail exclusivo pra esse blog e a partir de hoje, quem quiser meu MSN ou ICQ é só me pedir que eu dou numa boa. Tomei essas medidas pra preservar ao máximo a intimidade da Constance que nem imagina a existência desse blog.
Além disso, não quero dar sopa pro azar de ela descobrir esse meu pequeno refúgio virtual. É uma pena, mas tenho certeza que ela não entenderia e acharia que eu estou aquí pra pegar mulher, o que não é verdade.
O objetivo desse blog é fazer amizades e trocar experiências com pessoas desencanadas, sem tabus, livres. É isso que eu tenho encontrado nas minhas andanças por tantos e tantos blogs sobre sexo e intimidade, o que é sensacional.
Respondendo à pergunta da Cheia de Vontade, sou do Rio de Janeiro e moro em Copacabana.
Agora vou dormir que estou morto... Ando trabalhando muito, mas quero todo dia escrever alguma coisa nova, de preferência bem quente, hehe... Até amanhã!
Segunda-feira, Abril 26, 2004
É de manhã... Fico feliz de ver comentários no meu recém-nascido blog... Obrigado à Explicita_RJ, à Bruna e à Cheia de Vontade pelas visitas!
A Bruna comentou uma coisa, que por eu não gostar de sexo pago não nos conheceremos tão cedo... É, Bruna, realmente se tem uma coisa que me excita demais é a conquista, é fazer uma mulher ficar "de quatro" pra você, te desejar mais do que tudo, se transformar na cama em uma safada, revelando seus mais íntimos segredos, fazendo e sentindo coisas que nunca imaginou...
Tenho certeza que minha vida sexual é muito mais rica e intensa por conta da intimidade que tive com algumas mulheres que conquistei e que me deram prazer em troca do prazer que dei a elas. Não tenho nada, absolutamente nada, contra o sexo pago. Acho a profissão da Bruna fascinante (e ela também). Mas, acho que broxaria se transasse com uma garota de programa, mesmo ela sendo linda e cheia de vida como a Bruna.
Conheci mulheres que foram verdadeiras putas na cama, que me satisfizeram completamente. A Constance é assim: uma princesa delicada, fina, cheia de bons modos. Mas na cama, fiz dela a minha plebéia, a minha puta adorada. Além disso, há toda a coisa de transar com alguém que você quer fazer feliz, que você adora de verdade.
Adoro fazer SACANAGEM e AMOR, tudo junto, tudo misturado...
Coisas que me excitam muito:
- O cheiro (do hálito, da pele).
- O sabor.
- A liberdade e a intimidade.
- Beijo gostoso em um lábio macio.
- Anal, mas só quando a mulher gosta também.
- Bater na bunda da parceira, deixando-a vermelhinha.
- Oral sem pressa, com caricias na região anal e lambidas estratégicas na glande.
- Uma buceta quente e muito molhada.
- Chupar os seios muito.
- Falar e ouvir sacanagens enquanto transo.
- Olhar e ser olhado.
Coisas que não gosto, que não me excitam:
- Camisinha. Mas não me arrisco e uso quando necessário.
- Sado-masoquismo, nem mesmo do fake.
- Sexo pago.
- A palavra NÃO.
Domingo, Abril 25, 2004
Fim-de-semana... Após trabalhar pra caramba durante 5 dias, nada como descansar a mente. Falo a mente pois meu corpo acabou que não parou muito quieto. Constance veio dormir aquí em casa na sexta. Preparei um ambiente romântico, com muita luz indireta, um jazzinho de fundo, velas acesas... 19 horas ela chegou, deslumbrante, com o cabelo lindo, um vestido chique, jóias discretas que realçavam sua beleza. Eu, atrasado na arrumação da casa, ainda não tinha ido tomar banho.
O contraste devia ser grande entre nós. Ela, toda princesa, linda. Eu, mulambo, de cueca samba-canção, todo suado, hehe...
Depois de 4 meses convivendo com ela, já consigo decifrar em seus olhos os seus desejos. Mas, dessa vez, foi quando minha boca tocou a dela que percebi que não teria nem mesmo tempo para meu banho. O beijo que ela me deu me desconcertou. Era um beijo de lábios entregues, macios como nunca. A sua língua percorria a minha boca e procurava a minha língua de uma forma lasciva. Eu me sentia o mais privilegiado dos homens ao ter essa mulher naquele momento, tão linda, tão louca de desejo.
Constance então tirou calmamente os seus brincos. Os beijos intercalando essa ação. Estávamos de pé, na sala. Depois, tirou o pingente e desamarrou o seu vestido, revelando seus seios. Os beijei e, assim, iniciamos uma longa sessão de preliminares, já no meu quarto.
Contudo, não chegamos às vias de fato, pra decepção dela. Estava precisando de um banho, precisava relaxar um pouco também. Minha nuca estava tensa, minha cabeça ainda a mil por conta de um dia tão atribulado que, apesar de feriado (dia de São Jorge), pra mim foi de trabalho.
Precisava também conversar com ela e lhe dizer o quanto a adoro. Precisava sentir ela, sentir o sentimento que ela tem por mim, pois passei a semana meio grilado com a importância excessiva que o sexo tem em nosso relacionamento. Tanto que foi só ela operar, retirando as amígdalas, que o seu período de recuperação culminou em um "tempo" que demos de duas semanas. Quero ter com ela uma relação completa, tão completa quanto o sexo que temos. A cada dia, o sentimento está guiando o meu tesão. O dia que ela apenas me quiser por conta do prazer fantástico que lhe dou, eu não mais a desejarei, sinto isso.
Depois de um providencial banho e enquanto lhe falava de meus sentimentos, meu pau começou a ficar duro, apenas pela proximidade que meu corpo estava do dela. É incrível essa chama que se acende em mim ao mínimo contato com Constance. Os beijos foram, com isso, ficando mais safados e logo, eu estava dentro dela.
Será que com os outros homens há essa necessidade tão brutal de simplesmente estar dentro da mulher que se ama, que se deseja loucamente? Estar dentro de Constance é tudo que muitas vezes eu quero, sublimando até o desejo pelo gozo.
Aliás, se eu fizesse uma escala dos meus "objetivos" quando fazendo amor com Constance, ela seria assim:
1) Estar dentro de Constance.
2) Fazer Constance gozar.
3) Eu próprio gozar.
Tanto que na manhã seguinte, após mais duas transas inesquecíveis, não tive forças pra gozar de novo, e nem ela. Mas, só o fato de ter estado dentro dela, de tê-la sentido por inteiro durante aqueles 20 minutos, já me fez valer ter transado com ela pela terceira vez.
Hoje, escrevo esse blog após ter chegado da casa dela. Ficamos assistindo a um DVD, almoçamos juntos e, claro, fizemos um amor incrível, de muito prazer. Descobri o quanto ela fica louca com a sensação ou perigo de estar sendo observada. Ela estava na janela e eu cheguei por trás dela e comecei a passar a mão em seus seios, a beijar sua nuca, suas orelhas. Logo, estava desnundando seus seios e lhe beijando loucamente alí, na janela, dando de frente pra rua e para muitas outras janelas. O perigo de estar sendo observado me excita e notei que a ela também. Provocar os outros, mostrando o quanto somos felizes no amor, no sexo, é algo muito interessante. Será que num futuro estaremos fazendo amor em algum lugar público?
Bom, vou dormir agora. Tive um fim-de-semana bastante puxado, hehe... Aquele abraço!